O início do universo cinemático de Spider-Man

amazing_spiderman_two_ver5Peter Parker abraçou a sua vida como Spider-Man, sendo agora um herói na cidade de Nova Iorque, ao defrontar vários perigos. No entanto, a sua vida pessoal é afectada pela sua vida de herói. Enquanto procura a verdade sobre os seus pais, Peter é confrontado com a difícil promessa que fez ao pai da sua namorada, Gwen. Com o surgimento dum novo iminigo, e com o passado dos seus pais a afectar a sua vida, Peter enfrenta o seu momento definitivo como herói.

Mark Webb regressa para o segundo capítulo do reboot de Spider-Man e traz de volta o elenco do primeiro filme. The Amazing Spider-Man 2: The Rise of Electro é a típica sequela de Hollywood: mais e maior, com um aumento de orçamento e de acção.

the-amazing-spider-man-2-photos-electroApesar de estar longe dum produto perfeito, este novo capítulo consegue aproveitar o potencial do seu antecessor: dá respostas a algumas perguntas no ar e consegue estabelecer vários pontos de ligação com o primeiro filme. Para além disso nota-se que a Sony e a Marvel estão determinadas em contruir um universo, com várias pontas soltas para a(s) sequela(s) e possíveis spin-offs.

imagessmWebb consegue aqui mais um trabalho competente, apesar de alguns exageros (alguns momentos de comédia menos conseguidos e momentos em slow-motion algo desnecessários) e usa bem o elenco que tem em mãos: Andrew Garfield já está mais confortável como protagonista e a sua química com Emma Stone continua presente. Jamie Foxx e Dane Dehann são Electro e Harry Osborn, respectivamente, e conseguem ser uns vilões interessantes (apesar de Sam Raimi conseguir trabalhar os seus vilões de forma sempre bastante superior na sua trilogia). Pelo meio encontramos Chris Cooper, Sally Field e uma pequena dose de Paul Giamatti como o terceiro vilão, papel que será aumentado numa das futuras sequelas.

imagessm2Apesar de não conseguir recriar a magia das duas primeiras versões de Sam Raimi (uma vez mais), esta sequela consegue ser um excelente seguimento do seu antecessor, perdendo alguma da insegurança do primeiro filme ao conseguir tornar-se num produto bastante distinta da trilogia inicial de Raimi. Para além disso consegue ainda ter a coragem de recriar um dos momentos seminais da banda-desenhada, algo que Raimi decidiu evitar. Um bom blockbuster.

Trailer:

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