Top 5 #5 – Actores no Buraco Negráfico

Buraco Negráfico… Foi esta a expressão inventada para a rúbrica do estimado Brain-Mixer há uns meses atrás (Vocábulo Cinecalão), expressaõ essa que deve ser utilizada em casos de actores ou realizadores cuja carreira está na mó de baixo. E assim se dá o mote de partida para este Top 5, dedicado a carreiras que estão no fundo duma poça bem funda, depois de uma carreira exemplar…

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John Cusack – Um dos actores favoritos da casa, tem andado perdido nos filmes série B de baixo orçamento nestes últimos anos. No entanto, ainda há esperança, já que, de vez em quando, consegue projectos de renome (Love & Mercy, estreado em 2015, por exemplo)

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Mickey Rourke – Ainda mais desfigurado do que há uns anos atrás, Rourke teve um grande comeback com The Wrestler. No entanto, não demorou muito tempo e já anda em produções de muito má qualidade.

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Adrien Brody – Temos aqui um caso estranho. Actor vencedor de Óscar por O Pianista, vai deambulando entre filmes de pobre qualidade e, de vez em quando, lá aparece uma obra exemplar (Grand Budapest Hotel, sendo o caso mais recente). No entanto, muitas das suas escolhas são estranhas, especialmente tendo em conta o seu enorme talento.

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Bruce Willis – Um dos casos mais estranhos da lista. Uma das grandes estrelas de cinema dos anos 90 (e não só), com enormes êxitos de bilheteira no curriculum e, nos últimos anos, com a perda do seu poder comercial, começou a ficar (ainda mais) preso dentro do cinema de acção, especialmente em obras que vão quase direct-to-video (por cá, estreiam sempre…). O seu difícil comportamento não ajuda, fazendo com que seja afastado de vários projectos (o mais recente filme de Woody Allen é um exemplo). No entanto, de vez em quando, lá surge num filme aclamado (Moonrise Kingdom, por exemplo).

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Nicolas Cage – Outro dos favoritos da casa e a verdadeira razão da existência deste Top 5. Cage ganhou um Óscar em 1995, numa altura em que deambulava entre o cinema independente e o comercial. A partir daqui, tornou-se num actor rentável nas bilheteiras, especialmente dentro do cinema de acção. Com o passar dos anos, ficou preso dentro do género e, devido a problemas com o fisco, começou a aceitar filmes de qualidade duvidosa, depois do desaire que foi The Wicker Man. Nos últimos anos, lá aparece uma obra que recorda ao mundo o seu enorme talento (mais recente, Joe) mas está muito preso ao cinema série B, apesar de estar ciente do estatuto de culto que obteve, chegando a fazer paródias a tal. Em breve, estreia em Cannes Dig Eat Dog, de Paul Schader e com Willem Dafoe, que poderá ser mais uma amostra do talento gigantesco que tem.

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