Gods of Egipt

Alex Proyas trouxe ao mundo duas pequenas pérolas cinematográficas durante os anos 90: The Crow, com Brandon Lee, e Dark City, filme de ficção cientifíca que ganhou um muito merecido seguimento de culto. No entanto, entrou no novo milénio a começar a dedicar-se a obras de grande orçamento, que acabam por ser entretenimentos competentes, cheios de potencial algo desperdiçado mas que, mesmo assim,consegue entreter (I Robot e Knowing). E agora chegamos a este Gods of Egypt…

Com a acção a decorrer no antigo Egipto, entramos num mundo de deuses imortais que controlam a terra e que lutam pelo poder sob os mortais. Proyas escreve uma aventura que, no fundo, pretende ser algo divertido que relembre filmes de aventuras de outros tempos. No entanto, tudo corre mal por aqui… Proyas cria uma aventura com um argumento fraco, personagens desinteressantes, num filme centrado apenas no exagero de pobre CGI, com um elenco desperdiçado e algo perdido, com momentos ridículos (espaço, naves espaciais…) e que, mesmo com tudo isto, ainda se dá ao luxo de, por vezes, se levar a sério. E assim, a fé que se poderia ainda ter em Proyas desaparece por completo, num verdadeiro desperdício de mais de 100 milhões de dólares.

Gods of Egypt é fraco em todos os aspectos e resulta num dos piores filmes de 2016. Felizmente também conheceu um verdadeiro fracasso comercial, deitando por terra potenciais sequelas.

Trailer:

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